quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

CINCO, QUATRO, TRÊS, DOIS, UM! VOCÊ QUER MESMO UM ANO NOVO?


Dezembro chegou! Estamos em contagem regressiva para celebrar a chegada de 2012. A maioria das pessoas está eufórica - tudo parece mais acelerado que o normal.
Agenda repleta de compromissos, lojas lotadas, caos nos aeroportos, promoções imperdíveis, lançamento de novos produtos....
Falar em planejamento para o próximo ano em meio a agitação das festas de final de ano é considerado para muitos um investimento pouco estimulante e por isso muitas vezes esquecido.
É crescente o número de pessoas que na busca desenfreada do ter pelo ter ou fazer por fazer perderam a noção do que realmente desejam da vida. Sem planos e perspectivas entra ano sai ano elas apenas sobrevivem aos acontecimentos, estão sempre correndo atrás do prejuízo e se enveredando nas teias da frustração. E esse é um ponto delicado!
Quem deseja mudar de áreas da sua vida precisa antes de tudo pedir orientação de Deus. De nada adianta planejar se seus desejos não estão de acordo com o coração de Deus.
Depois é necessário saber exatamente o que gera descontentamento. Depois fazer planos, ter desejo ardente de que eles se tornem realidade e criar estratégias para trazer à realidade os seus sonhos.
Simplesmente pensar positivo ou como muitos fazem, comer lentilha e semente de romã ou usar roupa branca
não tornam realidade seus sonhos. Com o passar do tempo os pensamentos não suportam as pressões do dia a dia e se perdem. Desejos sem orientação de Deus, sem avaliação, sem planejamento e espera farão apenas com que você reproduza hábitos e viva na mesmice.
Para transformar seus desejos em conquistas  é necessário  mudar pensamentos e atitudes. Pouco adianta começar o ano idealizando coisas grandiosas sem um levantamento por escrito do que e como é necessário mudar. Ter estratégias, ações e objetivos claros garante as chances de qualquer pessoa alcançar seus objetivos.
O que e em que área de sua vida você realmente deseja dar um novo rumo? Estabeleça metas a curto prazo, para no máximo três meses e vá cumprindo no decorrer do ano. exemplos: caminhar 15 minutos por dia, ler 2 capítulos da Bíblia diariamente, economizar R$ 50,00 por mês, etc.
Use  este restinho de ano e planeje seu 2012.
Aproveito aqui para agradecer a você que leu algum dos meus artigos este ano ou se tornou um seguidor.
Lá no início deste ano, dia 02/01/11,  publiquei meu primeiro post (LEIA O POST AQUI) lançando este blog e não imaginava chegar neste final de ano com 3.000 visitas. Não é  fácil manter o blog atualizado mas mesmo assim, o tempo tem me dado experiência e com isso procuro melhorá-lo sempre. Vou continuar publicando no ano de 2012 promovendo algumas mudanças. (já está na minha lista de planos para o próximo ano).
Boas festas, feliz ano novo e que Deus com sua poderosa graça e sabedoria guie seus passos!!!

Alexandre

sábado, 26 de novembro de 2011

FALSAS CONVERSÕES - BUSCANDO APENAS UM TERAPEUTA DIVINO




Se você é pai, mãe ou lider de um adolescente cristão, Kenda Creasy Dean faz um alerta: seu filho/aluno está seguindo uma forma mutante de cristianismo e você pode ser o responsável. Dean afirma que cada vez mais adolescentes estão adotando o que ela chama de “deísmo moralista-terapêutico”.
Tradução: uma fé enfraquecida que mostra Deus como um “terapeuta divino”, cujo principal objetivo é aumentar a auto-estima das pessoas.
É crescente o número de conversões falsas entre adolescentes cristãos. Dean é pastora, professora do Seminário Teológico de Princeton e autora de Almost Christian, [Quase cristão]. Seu livro argumenta que muitos pais e pastores estão propagando inconscientemente essa forma egoísta de cristianismo. Ela afirma que essa fé “impostora” é uma razão pela qual os adolescentes abandonam as igrejas.
“Se este é o Deus que eles estão vendo na igreja, então estão certos em querer nos abandonar”, diz Dean. “As igrejas não dão motivos suficientes para eles se sentirem motivados.”
Características comuns dos jovens apaixonados pelo que fazem:
Dean tirou suas conclusões no que ela chama de um dos verões mais deprimentes de sua vida. Ela entrevistou adolescentes sobre sua fé depois de ajudar a realizar uma pesquisa para o controverso “Estudo Nacional da Juventude e Religião”. Este estudo, que incluiu entrevistas feitas em profundidade com pelo menos 3.300 adolescentes americanos entre 13 e 17 anos, concluiu que a maioria dos adolescentes que afirmavam ser cristãos eram indiferentes sobre sua fé e não se envolviam com ela.
O estudo incluiu cristãos de todas as classes – desde católicos até evangélicos, de denominações conservadoras e também das mais liberais. Os números finais indicam que embora 3 em cada 4 adolescentes americanos (75%) se declarem cristãos, menos da metade pratica sua fé, apenas metade a considera importante e a maioria não consegue falar de maneira coerente sobre suas crenças.
Muitos adolescentes pensam que Deus quer apenas que eles se sintam bem e que façam o bem – algo que os pesquisadores chamaram de “deísmo moralista-terapêutico”.
Alguns críticos disseram à pastora Kenda Dean que a maioria dos adolescentes não consegue falar coerentemente sobre qualquer assunto profundo, mas ela argumenta que existem estudos em abundância mostrando que isso não é verdade. “Eles têm muito a dizer. Eles podem falar sobre dinheiro, sexo e suas relações familiares com detalhes. A maioria das pessoas que trabalha com adolescentes sabe que eles não são naturalmente desarticulados”, afirma Dean.
Em Almost Christian, Dean fala com os adolescentes que são envolvidos com sua fé. A maioria vem de igrejas mórmons e evangélicas, que tendem a realizar um trabalho melhor no sentido de gerar nos adolescentes uma paixão pela religião. A escritora disse que adolescentes cristãos comprometidos compartilham 4 características, não importando suas origens: eles têm uma experiência pessoal com Deus, um envolvimento profundo com uma comunidade espiritual, um senso de propósito e um senso de esperança quanto ao futuro. “Existem incontáveis estudos que mostram que adolescentes religiosos têm melhores notas na escola, têm relações melhores com os pais e se envolvem menos em comportamentos de alto risco. Eles fazem um monte de coisas pelas quais os pais oram”, escreve ela.
Dean é uma pastora ordenada pela Igreja Metodista Unida e que diz que os pais são a influência mais importante na fé dos filhos. Por isso, coloca sobre os adultos a responsabilidade maior pela apatia religiosa dos adolescentes. Alguns adultos não esperam muito dos pastores e líderes de jovens. Os pais simplesmente esperam que os pastores mantenham os jovens longe das drogas e do sexo antes do casamento. Outros ensinam um “evangelho legal”, no qual a fé consiste simplesmente em fazer o bem e não machucar os outros. Não se ouve sobre o chamado cristão para correr riscos, testemunhar e se sacrificar pelos outros, conclui Dean. “Se os adolescentes carecem dessa articulação da fé, possivelmente é porque a fé que mostramos a eles é muito fraca para merecer mérito durante a conversa”, escreveu Dean, com a autoridade de quem é professora de Juventude e Cultura Eclesiástica no Seminário Teológico de Princeton.
Teen Guide: É crescente o número de conversões falsas entre adolescentes cristãos – Mais adolescentes podem estar se desviando do cristianismo convencional, mas seu desejo de ajudar os outros não diminuiu, afirma Barbara A. Lewis, autora de The Teen Guide to Global Action [Guia dos Adolescentes para Ação Global]. Ela diz que Dean está certa – muitos adolescentes estão adotando uma crença distorcida sobre quem é Deus.
No entanto, houve uma “explosão” no envolvimento dos jovens desde 1995, o que Lewis atribui a mais escolas enfatizando a necessidade de serviço comunitário. Adolescentes menos religiosos não são automaticamente menos compassivos, afirma.
“Vejo um aumento na paixão dos jovens para fazer deste mundo um lugar melhor. Muitos jovens estão buscando a solução dos problemas. Eles não estão esperando pelos adultos”, conclui Lewis.
O que os adolescentes dizem sobre seus colegas.
Elizabeth Corrie encontra alguns desses adolescentes idealistas em todos os verões. Ela adotou o desafio central do livro de Lewis: incutir a paixão religiosa nos adolescentes. Corrie, que já foi professora de religião do ensino médio, hoje dirige um programa chamado YTI – Youth Theological Initiative [Iniciativa Teológica da Juventude] da Universidade de Emory, na Geórgia. O YTI funciona como um curso rápido de treinamento teológico para os adolescentes. Pelo menos 36 estudantes do ensino médio de todo o país reúnem-se para três semanas de formação cristã. Eles adoram a Deus juntos, visitam diferentes comunidades religiosas e participam de projetos comunitários.
Corrie diz que não há escassez de adolescentes que desejam ser inspirados e fazer deste um mundo melhor. Mas o cristianismo que alguns aprenderam não os inspira “a mudar alguma coisa que não está funcionando no mundo”.
“Adolescentes querem ser desafiados; eles querem que suas perguntas difíceis sejam levadas em consideração. Achamos que eles querem bolo, mas eles realmente desejam bife com batatas fritas, e nós continuamos a lhes dar bolo”, acredita Corrie.
Estudante de uma escola em Atlanta, David Wheaton diz que muitos de seus colegas não estão motivados com o cristianismo porque não conseguem ver o retorno disso. ”Se eles não conseguem ver benefícios imediatos, acabam se mantendo longe. Eles não querem fazer sacrifícios”, afirma.
Como pais radicais instigam a paixão religiosa em seus filhos
Não são apenas os pais, as igrejas também compartilham a culpa pela apatia religiosa dos adolescentes, afirma a professora Corrie. Ela diz que os pastores muitas vezes pregam uma mensagem de segurança que pode atrair um número maior de fiéis. O resultado: mais pessoas bocejando nos bancos.
”Se a sua igreja não consegue sobreviver sem um certo número de membros comprometidos, você acaba não querendo pregar uma mensagem que possa irritar as pessoas. Todo mundo vai concordar se você apenas disser que devemos ser bons e que Deus recompensa os que são bons”, conclui Corrie.
Parafraseando a autora de Almost Christian, Corrie enfatiza que o evangelho da gentileza não consegue ensinar os adolescentes a enfrentar uma tragédia. “Não consegue suportar o peso de questões mais profundas: Por que meus pais estão se divorciando? Por que meu melhor amigo cometeu suicídio? Por que, nesta economia, eu não consigo o emprego bom que me foi prometido se fosse um criança estudiosa?” O que um pai pode fazer então? “Seja radical”, responde Dean.
Ela diz que os pais que fazem algum ato radical de fé na frente de seus filhos transmitem mais do que um grande número de sermões e viagens missionárias. Um ato radical de fé poderia envolver algo simples como passar um verão na Bolívia trabalhando em um projeto de renovação agrícola ou recusar uma oferta de emprego mais lucrativa para ficar em uma igreja que está passando por lutas, aponta Dean.
Mas não é suficiente ser radical – os pais devem explicar que “esse é o modo como cristãos vivem”. ”Se você não disser que está fazendo isso por causa de sua fé, seus filhos dirão que os pais são realmente pessoas legais. Não se entende que a fé deveria fazer você viver de forma diferente, a menos que os pais ajudem os filhos a perceber isso”, diz Dean.
“Eles me ligaram quando eu estava sem opções”
Anne Havard, uma adolescente de Atlanta, pode ser considerada radical. Uma jovem cuja fé parece estar incendiada. Ela participou do programa da universidade Emory. Hoje, fica emocionada quando fala sobre a possibilidade de ensinar teologia futuramente e cita estudiosos de peso, como o teólogo Karl Barth.
Ela está tão entusiasmada com sua fé que, após ouvir uma questão, dispara uma resposta de 5 minutos antes de parar e rir: “Desculpe, já falei demais”.
Havard diz que sua fé tem sido alimentada pelo que Dean chama em Almost Christian “uma comunidade de fé relevante”.
Em 2006, o pai de Havard foi vítima de uma forma rara de câncer. Em seguida, perdeu uma das suas melhores amigas – uma jovem na flor da vida – também para o câncer. Foi aí que sua igreja e seu pastor entraram em cena. Segundo ela: ”eles me ligaram quando eu estava sem opções”.
Quando questionada sobre como sua fé se manteve após perder o pai e sua amiga, Havard não ficou procurando palavras como alguns dos adolescentes em Almost Christian.
Ela diz que Deus falou mais quando se sentiu sozinha – como Jesus deve ter se sentido na cruz. “Quando Jesus estava na cruz clamando: ‘Meu Deus, por que me abandonaste”?’ Jesus era parte de Deus”, diz ela. “Então, Deus sabe o que significa duvidar. Está tudo bem passar em uma tempestade, ter dúvidas, porque Deus também estava lá”

sábado, 19 de novembro de 2011

ELOGIE SEUS ALUNOS E FILHOS DA MANEIRA CORRETA


Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos.
O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” ... e outros elogios à capacidade de cada criança.
O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.
Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.
As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.
A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.
No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.
Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.
Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.
Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil.
Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.


retirado do site: www.marcosmeier.com.br

terça-feira, 15 de novembro de 2011

O TAL JORNALISMO VERDADE DA RECORD - O ESCÂNDALO DO CAIR NO ESPÍRITO - E NOSSAS CRIANÇAS CRESCENDO EM MEIO A MALUQUICES E JOGOS DE INTERESSE


Domingo, dia 13/11 foi divulgada uma matéria na Rede Record sobre o movimento pentecostal que se auto- intitula "Cair do Espírito". Se não assistiu clique AQUI e assista. 
Apesar de ser um movimento nascido há aproximadamente 20 anos e que conta com milhares de adeptos, incluindo o Brasil, foi mostrado na reportagem como sendo um movimento relativamente novo. Seu maior exponente é o Pastor Benny Hinn.
Todo meio de comunicação, incluindo os mais consagrados, nunca são isentos em suas matérias. Há sempre um motivo que move a reportagem e neste caso não seria diferente apesar do tom sério e do slogan da Record "Jornalismo Verdade" (me engana que eu gosto ) o objetivo por trás desta matéria é aparentemente atingir a cantora Ana Paula Valadão, adepta do "cair no Espírito" e a uma contratada da gravadora Som Livre, ou seja , dinheiro, dinheiro, dinheiro e expressar publicamente o desejo de vingança contra algumas pessoas do chefão (ops, Bispo)  Edir Macedo. 
Esta matéria provocou reações iradas da maioria dos evangélicos criando dentro da igreja de Cristo mais uma celeuma provocada por interesses variados. 
Infelizmente todos os evangélicos adeptos ou não, são atingidos quando fatos assim acontecem.
Me preocupa o caminho que nossas igrejas estão tomando e como isso afetará a próxima geração.
Nossas crianças seguem o exemplo daquilo que veem. 
O Evangelho em vez de ser pregado está sendo ridicularizado com ações deste tipo.
Particularmente entendo (isso significa que respeito mas não necessariamente concordo com outras formas de ver este movimento) que  o capo Edir Macedo e o seu jornalismo não teriam imagens toscas de histeria se parte dos pentecostais e neopentecostais observassem I Corintios 14. O apóstolo Paulo foi bem claro: “Portanto, as línguas são um sinal para os descrentes, e não para os que crêem; a profecia, porém, é para os que creem, e não para os descrentes. Assim, se toda a igreja se reunir e todos falarem em línguas, e entrarem alguns não instruídos ou descrentes não dirão que vocês estão loucos?” (1 Coríntios 14. 22-23). O vingativo autointitulado bispo Edir Macedo só espalha o escândalo do dia a dia. 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

AUXILIANDO ADOLESCENTES A NÃO ESTRAGAREM SEU FUTURO PROFISSIONAL AO USAREM REDES SOCIAIS




Hoje foi divulgada uma matéria  que dois adolescentes ingleses foram presos ao se referir ao jogador Sammy Ameoby  do Newcastle de forma racista através do twitter (LEIA AQUI A MATÉRIA)
O jogador postou  uma foto na página na rede social, com um par de chuteiras pretas nas mãos e a legenda "sempre haverá um lugar em meu coração para as totalmente pretas", e recebeu o seguinte cometário dos adolescentes:  "sua mão é quase da mesma cor, negro".
Após o ocorrido, os seguidores do atleta foram identificados e detidos pela polícia da Northumbria, que através de um porta voz esclareceu o ocorrido, dizendo que os dois jovens de 17 anos foram presos por suspeita de comunicação má intencionada.
No Brasil, guardada as devidas proporções,  muitos tem se manifestado através das redes sociais de forma bastante preconceituosa sobre a doença do ex-presidente Lula dizendo que ele deveria se tratar na rede do SUS para ver o que é bom, etc.
Não cabe aqui comentário sobre isto ou se no Brasil deveríamos ter leis mais duras para crimes através da rede (deveria!) mas sim como determinados atos através da internet podem prejudicar a vida profissional de nossos adolescentes, jovens e adultos e como você, educador cristão,  pode e deve orientá-los sobre isto.
Semana passada dois empregados da Apple foram demitidos por justa causa pois fizeram criticas aos produtos da Apple em uma rede social, de forma privada e em horário fora do expediente de trabalho, demonstrando assim que nossas vidas estão "big brotherardas" e temos que estar sempre atentos.
Milhões de jovens podem prejudicar suas carreiras futuras com os detalhes sobre eles próprios, postados em websites de redes sociais como Facebook, MySpace, Orkut, etc.
Além de muitas vezes serem prejudiciais à nossa espiritualidade (vou tratar disso em outro post) podem prejudicar a carreira de nossos adolescentes.
Então aqui vão algumas informações interessantes:
O Gabinete Internacional da Informação afirma que mais da metade dos entrevistados expôs a maioria de suas informações privadas ao público.
Na pesquisa, 71% de um universo de 2.000 jovens entre 14-21 anos de idade disseram que não gostaria que as faculdades ou os empregadores fizessem uma pesquisa na Internet sobre eles antes que eles retirassem alguns dados postados pois isso poderia compromete-los. 
Expressões como "vagabundando", "trabalhar para que", "estudar é para otário" e outras do gênero comprometem estes jovens em uma rápida pesquisa que qualquer empregador fizer pelas redes sociais, ou seja, o que é postado, independentemente de ter sido a intenção ou não pode comprometer seriamente os jovens.
Além disso a pesquisa informa que 60% postou data de nascimento e dados pessoais como números de documentos ou mesmo endereço comprometendo a sua própria segurança e de seus familiares.
Além disso a grande maioria afirmou que aceitam novos amigos mesmo sem saber quem são, o que, em uma rede social, pode levá-los a ter contatos com pessoas que fazem ou mantenham ações ilegais na rede
O custo para o futuro de uma pessoa pode ser muito alto se algo indesejado for encontrado pelo número crescente de instituições de ensino e  empregadores que utilizam a Internet como uma ferramenta para avaliar potenciais alunos ou funcionários..
Oriente seus alunos!!